I’m so darn glad he let me try it again
Cause my last time on earth I lived a whole world of sin
I’m so glad that I know more than I knew then
Gonna keep on tryin’
Till I reach the highest ground
Recebi faz um tempo um postal do Diogo, grande amigo que resolveu descobrir a Nova Zelândia. Além da saudade do sujeito, as mal traçadas linhas falavam de um sentimento que serve como o lema musical para 2009: “Descobrir o negão (negrão?) que existe dentro de mim” ou, para os leigos: “achar onde está o suingue e o groove”.
No começo, encarei a frase no somente no sentido musical, mas serve bem para todas outras coisas. 2009 vai ser o momento de descobrir o groove em todas as coisas. Fácil não vai ser, mas será recompensador.
Durante a festa de um amigo ontem fui obrigado a ouvir algumas pérolas sobre a reforma ortográfica. “Quem fala português nesse mundo?”, “Todas os países que falam português são fodidos” e o pior, “Ninguém liga para a África”. Honestamente, eu não tenho que ouvir esse tipo de asneira. Eu acho que mais cinco minutos e ele viria com a tradicional desculpa: “Ainda bem que sou médico e não preciso saber o português”.
É cada um que me aparece…
Big Brother virou pauta de gaveta, igual aquelas sobre as compras de natal, o movimento na rodoviária durante o mês de janeiro, os affairs de Luana Piovani e por aí vai. De hoje até o fim do programa, seremos recheados de blogs, matérias e o escambau sobre os participantes e o dia a dia na casa.
Não vou me esforçar pra acompanhar essa edição. No entanto, gostei demais de ver que tem um casal de idosos. Aposto que eles vão se dar bem, carnalmente falando, digo. De resto, parece que é a mesma coisa de sempre. Fortões, gostosonas (espero vocês nas próximas capas da VIP) e o Pedro Bial de sempre.
E vamo que vamo!
Rodando o Wordpress 2.7. Tirando um pequeno problema na instalação, culpa dos malditos widgets, tudo correu sem problemas. E vamo que vamo!
Comprovei nesses dias fora da cidade que o Twitter provou ser uma grande perda de tempo para assuntos triviais, e que blog por blog, é salutar me dedicar ao Cabeça. Sendo assim, decidi que vou usar o Twitter para divulgar o que escrevo por aqui. Para isso, estou utilizando o Twitme para isso. Vamos ver se funciona…
Aos meus 12 leitores, peço perdão. Estou fazendo um intensivo para decorar as mudanças no português. Até lá, alguns erros, bem pequenos, poderão aparecer.
Para ajudar, a globo.com disponibilizou um Guia Rápido com as principais mudanças na língua.
De volta ao batente após alguns bons dias no Rio de Janeiro, aproveitando a boa companhia, bons passeios, bebidas e comidas. Reveillon e farras à parte, é impressionante como a Cidade Maravilhosa nos reserva surpresas, boas e ruins, a saber:
Utilizei os serviços de transporte público, principalmente o metrô e a integração. Me atenderam plenamente. As tarifas são boas e o serviço, pelo menos pra mim, funciona bem. Ingenuamente, até achei que as obras de expansão para Ipanema, Leblon e Barra estavam adiantadas, mas não. O projeto é obsoleto e as obras estão atrasadas, para desespero dos cariocas.
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Também tive muita sorte com os taxistas. Nenhum tentou me extorquiu ou deu voltas “perdido”. Meu tio não teve tanta sorte. Dividimos a turma em dois táxis para voltarmos da Mangueira. Paguei R$25,70 na corrida até Copacabana. Meu tio, que fez o percurso com o taximetro desligado, pagou R$50. “Mas amigo, eu paguei 25 reais pra ir”. “Pois é, mas de noite as coisas são diferentes”.
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Aquela sensação de que os cariocas tentam te passar a perna, por vezes é verdade. Fomos jantar em Ipanema e o restaurante cobrava 12% de serviço. Resolvemos pagar só 10% e o garçom reclamou que estavam faltando três reais. Merreca por merreca, retrucamos falando que ele poderia cobrar no máximo 10% e a gente paga o quanto quiser. Como fomos pela porcentagem regulamentar e dividimos a conta um pouco pra cima, o restaurante ainda estava lucrando R$8,00.
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Pegadinha do Mallandro: Caipirinhas em bares e botecos próximos a orla chegam a custar R$13,50. Paguei R$3,80 por um chopp no mesmo bar.
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Pegadinha do Mallandro 2: Café da manhã na Confeitaria Colombo do Forte de Copacabana. As delícias não compensam o péssimo atendimento. Na verdade, nem o famoso café conseguimos tomar, porque não haviam pães, salgados e doces. Segundo a garçonete, os quitutes estavam em falta porque era dia 2, e eles não abriram nos dois dias anteriores.
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Apelidei os vendedores de mate de “São Bernardos da Praia”. Aquele barril com mate gelado é campeão.
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E realmente o Pão de Açúcar reserva uma das mais belas vistas do Rio de Janeiro. Compensou a fila para subir e descer de lá.