Fazer um Top 5 nos moldes de 2005 e 2006 vai ser complicado. Fui em ótimos shows, mas não lembro dos discos do ano que escutei e tampouco dos que não são de 2008. Mas acreditem, a lista foi feita na melhor das intenções.
Shows
Foi um ano com shows que esperei muito pra ver. Por tudo o que representou, Dave Matthews ganhou. Mas valeram registro de outros.
1. Dave Matthews Band (Vivo Rio, Rio de Janeiro – Setembro)
2. Maroon 5 (Pop Rock Brasil – Novembro)
3. Dream Theater (Chevrolet Hall – Março)
4. Spok Frevo Orquestra (Ouro Preto – Outubro)
5. Paulinho da Viola (Chevrolet Hall)
Update: Devia estar com sono quando escrevi isso aqui. Como poderia esquecer do show da Spok Frevo Orquestra em Ouro Preto? Maria Rita, me desculpe, mas seu show no Chevrolet Hall, que foi o quinto mais legal, agora é o sexto.
Discos
1. Little Joy – “Little Joy”
2. Transmissor – “Sociedade do Crivo Mútuo”
3. Lenny Kravitz – “It’s Time For a Love Revolution”
4. Gnarls Barkley – “The Odd Couple”
5. Alanis Morissette – “Flavors of Entanglement”
Músicas
1. Transmissor – “Janela”
2. Little Joy – “Brand New Start”
3. Lenny Kravitz – “Dancing ‘Till Dawn”
4. Usher – “This Ain’t Sex”
5. Skank – “Ainda Gosto Dela”
Shows que não fui (mas queria estar lá)
1. Diana Krall
2. Sonny Rollins
3. Joss Stone
4. Seal
5. Bob Dylan
Discos que não são de 2008
1. Ottis Redding – “The Very Best of Otis Redding” (1993)
2. Alanis Morissette – “Jagged Little Pill” (1995)
3. Foo Fighters – “Echo, Silence, Patience and Grace” (2007)
4. Michael Jackson – “Thriller” (1982)
5. Joss Stone – “The Soul Sessions” (2003)
Muita coisa aconteceu nesse tempo que fiquei sem escrever. Na verdade, podem até ter acontecido antes do último post, mas acreditem, o tempo anda (ou andava?) MUITO escasso.
Queria falar da venda da Honda, da morte do Marcelo Silva, do disco do Litte Joy, do fim de ano e do natal. Mas, felizmente, a demanda de trabalho e aprendizado na Mapa Digital tem sido gigante. Resultado: Correria pra fechar as coisas no prazo.
Cheguei hoje ao Rio e fico até o dia 4. Tempo para recarregar as energias e ir com tudo para o ano que começa. De um lado, 2008 foi um bom ano. Do outro, está sendo uma provação. Mas vamos que vamos.
Mais daqui a pouco…
A BHTrans começou a disponibilizar as imagens das suas câmeras de monitoramento do trânsito no site Infotráfego. Nos pontos de ônibus serão instalados os Infopontos, com informações sobre as linhas que param por ali.
Demorou, mas já é um começo.
Depois de 110 ligações em dois dias com apenas sete sucessos, você começa a se questionar se o telefone é realmente a melhor maneira de recrutar gente para um Card Sorting não presencial.
Ê vidão…
Com 12 dias de atraso, mas ainda vale. Esse humilde espaço – mais precisamente o post sobre o show – foi citado na cobertura da mini-turnê da DMB na América do Sul. A cobertura, bem como as fotos, estão demais, vale conferir!
Ontem fui ao enterro de uma tia-avó, muito querida por toda a família. Morreu de sábado para domingo, ataque fulminante, enquanto assistia televisão na sua casa. Tinha 78 anos. Os serviços só aconteceram ontem porque uma das filhas mora na Itália. Ela significava uma das coisas boas (e ruins) da nossa família, que é imensa e muito, muito unida.
Tristeza costumeira, mas semblantes tranquilos no velório. Em todas as conversas, a conclusão era a mesma: se teve alguém que viveu a vida plenamente foi ela. As lembranças mais fortes são dos almoços e lanches festivos, que aconteciam até sem motivo, que não o encontro. Mesa farta e boa conversa sempre.
Hoje de manhã, a Do Porto, figura folclórica que trabalha lá em casa, me perguntou: “Felipe, quem morreu foi a sua Tia Regina? Aquela que era muito alegre?”. Ela mesma. E só isso já explica toda a razão da tristeza e, ao mesmo tempo, aceitação da situação.