Talvez, assim como eu, você só conhecia Gnarls Barkley por conta da fantástica “Crazy”. Também achou que era projeto de um homem só. Aí tomou (ou vai tomar agora) um susto ao saber que não é um cara e sim uma dupla, composta pelo produtor velho de guerra, Danger Mouse, e um cantor também experiente, Cee Lo.
A música “Crazy” eu conheci logo que cheguei em Londres, no meu primeiro dia de viagem. Na época, o Gui me disse que foi a primeira música a chegar no topo das rádios sem ter um disco nas lojas. Todo mundo conhecia a música porque ela era baixada freneticamente em toda a Inglaterra.
Sendo assim, nada mais justo que conhecer o primeiro disco da dupla, St. Elsewhere, através do tráfico de música boa que rola aqui na empresa.
O disco é muito bom. Em um todo, me lembrou alguma coisa do “Love Below” do Outkast. Lembra muito “Gorillaz” por conta do envolvimento do Danger Mouse na produção do segundo disco da banda. “Crazy” é disparada a melhor música de “St. Elsewhere” embora “Go Go Gadget Gospel”, “Who Cares” e a faixa-título não ficam atrás. CD perfeito pra animar qualquer festa. Alguma coisa pode cansar, principalmente se você não curte batidas fortes. Mas o trabalho é bem feito e vale o download, sem dúvidas. Corre até o risco de entrar para meu Top 5 de fim de ano.
Eu ia escrever um texto falando sobre a reeleição do Lula e o escambau. Votei no cara, meio decepcionado com alguns fatos do primeiro mandato. Jamais votaria no pouca telha do Alckmin, parte porque ele é fraquíssimo e parte porque não me vejo votando na direita tão cedo. O grande lance é que o Ganso resolveu escrever exatamente tudo que eu sinto. Replico aqui, com os devidos créditos. E sim, de vez em quando eu falo sobre coisa séria. (more…)
Diálogo resumido de sábado, num show que fizemos em uma choppada.
Personagem 1 (mal depois de cinco canecas de vodka com refrigerante): “Esse cara aqui (aponta pro amigo dele)… ele ia em rave na época que era rave e não era essas ‘rave carnabelô’ que é hoje…”
Personagem 2 (mal depois de quantidades absurdas de bebida): “É verdade, tem quatro anos que eu não vou em rave. Formei faz um ano e desde então fazia um ano que eu não ia.”
Eu: “Logo, são dois anos”.
Personagem 2: “Então, três anos…”
Eu: “…”
Grocery Star Wars é uma das paródias mais engraçadas de Guerra nas Estrelas. Ham Solo foi incrível!
Já citei isso uma vez, mas não custa repetir. “O problema de falar é que ninguém impede que você diga a coisa errada”. Ou seja, na quinta azucrinei alguém em pleno horário de trabalho, com divagações imbecis e (principalmente) febris sobre um assunto completamente conversável. O problema é a febre passa e depois de 15 minutos no cara a cara, eu fico com aquele semblante que significa, mais ou menos, “falei um bando de merdas, e não sei como falar pra você relevar”. E eu procrastino esse pedido de desculpas, ao invés de resolver isso tudo. Parece meio dramático, mas é a verdade. ![]()
Porém, infelizmente, é a vida também, né? Sigamos…
Quer saber de uma coisa, tanto faz se você vota no Lula ou no Alckmin. Mas não me venha com conversa sobre ética, roubos e uso do dinheiro público se você é eleitor do Maluf. Eleitor do Maluf sabe tanto de política quanto eu entendo de Aceleração de Partículas ou quanto o próprio Maluf sabe sobre honestidade, ética e moral.
Utilizar analogias futebolísticas em conversas definitivamente é o melhor que tá tendo.
God ain’t gonna look for you
Down in the lost and found
You better look up or you’re gonna be gone
Before you hit the ground
Zumbi é uma merda. Quando tudo aparentemente estava bem e tranquilo, zumbis resolveram voltar durante a última semana para encher a minha paciência e de algumas pessoas ao redor. No meu caso, sedento pela solução do problema, recorri ao Wikipedia e descobri o seguinte:
Zombies can often continue to attack when dismembered. To dispatch them, it may be necessary to destroy the head, kill the person who reanimated them, or destroy a significant portion of their body. Firearms, such as shotguns and high-caliber rifles and handguns may be effective against zombies, while low-caliber pistols and rifles may be ineffective.
Boa, mas tive um problema. Acertei um tiro bem na cabeça, pra figura nunca mais aparecer. Mas ela é insistente e volta de novo a atacar.
Aí me questiono, se você quer realmente que eles se afastem e você siga sua vida, existe algum jeito efetivo de eliminar todos os zumbis de nossas vidas? Porque é o que eu quero, e no momento, penso que nem uma relação amigável com zumbi resolve a situação.
Ah, claro que o Threadless teria uma camiseta com instruções contra Zumbis. ![]()
Atualização: Falando nisso, a Sá descobriu essa camisa, onde você mostra sua adoração por matar zumbis. Tão boa quanto a de cima! ![]()
* Que zumbi é um morto-vivo você já sabe. Mas tô falando daqueles ex-namoros, rolos e o escambau que, vez ou outra, resolvem voltar do além para te infernizar. Uns são bons nisso, outros nem tanto. Depende dele e de você, claro.
Homem sai pela av. Paulista com placa “Dá um abraço”
Tá vendo, eu que sempre defendi a teoria do abraço coletivo agora tenho seguidores! O problema que o cara também usa isso de maneira errada no mundo corporativo, como “ferramenta de aumento de produtividade”. Enfim, de qualquer maneira, prova que não estou sozinho nesse mundo!