Lição número 71: Jamais, mesmo em tom de brincadeira, chame uma mulher de gorda.
Sim, eu deveria ter sacado isso antes, mas nunca é tarde pra aprender a lição.
Um amigo me disse e eu não duvido mais. Definitivamente, o sertanejo é a raiz do Emo*. É incrível a capacidade dos dois estilos de falarem sobre dor de cotovelo e outros assuntos do coração de maneira piegas e brega.
Tiago manda outras definições para Emo, vindos da Uncyclopedia, que eu não conhecia. Eles também tem boas definições para o sertanejo.
*Se tiver com preguiça de clicar no link: Emo (abreviação do inglês emotional hardcore) é um gênero de música. O termo foi originalmente dado às bandas do cenário punk de Washington, DC que compunham num lirismo mais emotivo que o normal.
É interessante presenciar um dos raros momentos quando estamos do outro lado da Lei de Murphy. Divido a sala com o coordenador de administração e finanças, que, dentre outras atribuições precisa tomar conta da frota de veículos da diretoria. Pois ontem à noite, o carro do presidente deu problema, deixando o cara a pé, porém relativamente perto de casa. O seguro prontamente enviou um reboque, mas mandou para a oficina errada. A questão era como transportar o carro pra oficina correta, uma vez que o seguro, obviamente, não faria isso de graça. Murphy foi citado em vão. Eis que uma ligação para o corretor de seguro muda toda a história. O seguro vence no fim da semana e o cara estava com visita marcada para hoje, afim de renovar o seguro dos seis ou sete veículos da frota. Após garantir o transporte sem custos do carro pra qualquer outra oficina, aposto que ele também citou o nome de Murphy.
Gretchen ensaia para filme pornô.
O(s) filme(s) da Rita Cadillac já devem ter sido bizarros e poderiam servir como exemplo para JAMAIS fazerem esse tipo de produção de novo. Mas não, agora vão fazer o erro de novo, com a Gretchen. Realmente deve haver algum engano.
Três dicas para três discos. Eletric Ladyland do Hendrix, In Step do Stevie Ray Vaughan e Street Songs do Rick James. Cada um tem sua peculiaridade.
Corrigi um erro histórico ouvindo o disco do Hendrix. Sempre gostei dele, mas ironicamente, nunca fui muito fã dos anos 60 e 70. Quando o disco chegou na minha mão, cortesia de um colega de trabalho, resolvi ouvir sem compromisso e a experiência foi das melhores. O que eu falar será redundante, mas todo guitarrista, seja qual for o estilo, deveria ter uma dose diária de Hendrix para o bom e correto andamento dos trabalhos.
Todo guitarrista poderia ouvir também Stevie Ray Vaughan. Blues de primeira, guitarras fantásticas e uma banda fora de série. Incrível o que uma guitarra só é capaz de fazer. O destaque do “In Step” fica para Riviera Paradise, Love Me Darlin’ e Tight Rope.
Finalmente, Rick James. Uma pena que tenha descoberto esse cara só esse ano. Pra quem não sabe ou não lembra, em “U Can’t Touch This, MC Hammer usou a base de “Super Freak“. “Street Songs”, o cd onde está a música, foi um dos melhores discos de 1981, segundo o All Music Guide. Pasmem, é um disco conceitual falando sobre a prostituição (!!). Funk de primeira, pra embalar qualquer festa.
All alone not by myself
Another girl bad for my health
I’ve seen it all thru someone else
(Another girl bad for my health)
Mulher é um bicho perigoso. “Não me diga”, vão responder os homens. “Somos mesmo, bocó”, dizem as mulheres. Elas não são só perigosas, mas tem a capacidade fantástica de, mesmo recém-apresentadas, se juntarem contra um cara. Na sexta a vítima fui eu. E pior, fui atacado por minha irmã e uma amiga, que se conheceram nos cinco minutos anteriores. Estavamos conversando quando resolvi fazer um comentário pertinente e abalizado sobre algum assunto que não lembro agora. Imediatamente as duas se viraram contra mim e começaram a disparar a metralhadora de argumentos característicos das mulheres. Não houve tempo para defesa, nem para algum “mas…” ou “olha só”. No final ainda tiraram onda, falando de como as mulheres são unidas e blá blá blá.
Sei. Ledo engano. Não quero que a “união” entre as duas termine, mas esse papo não cola. A amizade feminina termina quando duas ou mais mulheres competem pelo mesmo cara. Nesse caso, uma é capaz de cortar a garganta da outra pra eliminar a concorrência.
Sweet home Alabama
Where the skies are so blue
Sweet Home Alabama
Lord, I’m coming home to you
Tilangar é uma fase ou um estilo de vida? Outro dia fiquei pensando infundadamente sobre isso. Nada de errado em tilangar, mas isso confunde um pouco nossas cabeças. Claro, é tudo uma questão de discernimento. Existem aquelas mulheres que tilangam com prazer, com emoção, mas eu penso que essas são a minoria (ou não?). Portanto, penso que ser tilanga é mais uma fase. E essa fase tem seu ápice logo após o fim de um namoro e a fase onde a mulher não quer saber de homem nenhum. Nessa época meu amigo, se você tá procurando algum lugar pra arriar o cavalo, o melhor que você faz é tirar ele da chuva. Elas só vão querer seu tempo, seu dinheiro e sua cabeça (dependendo da mulher, tanto faz qual das duas). Isso te deixa com somente duas opções: pegar ou não.
Mulheres que tilangam com emoção geralmente atiram pra todos os lados. Frequentam locais de gosto duvidoso, são de beleza duvidosa e se vestem duvidosamente. Mas fazem a festa nesses locais. Lembro de um show que fizemos onde, antes de começarmos a tocar, o DJ apagou TODAS as luzes, colocou um funk grotesco e incentivou a pegação. Foi o nirvana das tilangas. Conhecidos aproveitaram esse momento e o pós-show também, devo dizer. Esse tipo é o mais tranquilo, uma vez que você e ela sabem que ninguém ali vale nada.
O problema é quando as que valem alguma coisa resolvem tilangar. Se o Brad Pitt propor casamento, é capaz da tilanga em questão declinar o convite só porque ela teria que encerrar a fase de tilangar. E se nem o Brad Pitt foi incapaz de endireitar a moça, porque eu ou você conseguiríamos?
A conclusão? Não sei se tem. Pra nós homens, o esquema é ir tentando e tilangando. Alguns conseguem ir bem, outros não. Eu acho que no meio do mar de tilangas, você consegue achar alguma ilha de seriedade. Claro, se esse for seu objetivo. Porque você ficar à deriva no mar. E isso também deve ser diversão garantida.
Pras mulheres, bem, talvez elas possam dar um pitaco. Existe algum benefício em tilangar? É divertido, dá onda, como é? Só peguem leve, porque tem uns bobos que são enfeitiçados por besteira.
* Recado para minhas 13 leitoras: Desculpem o machismo. Viver, tocar em qualquer bodega e frequentar uma meia-dúzia de forrós te ensinam muita coisa.
**Tilanga é a mulher que, teoricamente, vale uma cerveja ou até menos que isso. Ela só quer curtir, ir pra pegação e etc. Também é conhecida como Catilanga e Piriguete. Logo, tilangar seria o ato ou efeito de ser tilanga.
Daniella Cicarelli transando com o namorado no mar é o vídeo do momento. O vídeo que fez a alegria dos homens. Primeiro porque a donzela está no auge da forma, segundo porque ela parece gostar da coisa. Terceiro, claro, saciou a fantasia de todos. Como não poderia deixar de ser, pipocaram apelidos no MSN do estilo “eu uso sunga verde” ou “sou o cara de sunga verde”, em alusão à vestimenta do sujeito. O paparazzi foi um cara de sorte, conseguiu um material de primeira. Aposto que vendeu caro.
Deixo uma dúvida para meus amigos advogados. O casal pode processar alguém por invasão de privacidade, mesmo estando em uma praia da Espanha?
E alguém posta um link pro vídeo aí, porque o Youtube cortou a onda.