Desde 2002 falando bobagem (e coisa séria também)

Barba

Assim que for muito rico e tiver tempo para me dedicar ao ócio e todos os seus benefícios, pretendo dar cursos sobre as artes que domino. O primeiro será batizado de “Como acabar com sua barba em dias de festa”.
Esse curso é voltado para quem, assim como eu, consegue fazer uma barba mal-feita, momentos antes de um casamento ou aniversário. Para quem não sabe, cultivo um belo cavanhaque, que, eventualmente, é acompanhado de uma vistosa barba. No sábado, resolvi dar uma “podada” no cavanhaque, que estava deveras volumoso. Pela pressa, não prestei atenção no tamanho da lâmina da máquina e acabei tirando todo o bigode. Uma pena. Por sorte, consegui consertar o estrago. Aliás, o controle de danos é o módulo final do curso. As inscrições serão abertas em breve.


Sons

Gostei de dois artistas que conheci enquanto passava horas nas lojas de discos na Europa. O primeiro foi Grayson Capps e seu disco “If You Knew My Mind“. Capps é um cara de Nova Orleans e fez um discão de blues. O segundo disco é “Distractions“, do trompetista Roy Hargrove. Jazz e Fusion de primeira.


Juca e Jaeci

Em seu blog, Juca Kfouri cutucou mais uma vez Jaeci Carvalho, jornalista do Estado de Minas. Vale a leitura e serve de reflexão.

Jaeci só escreve o que lhe convém. Isso é prática comum, claro, mas nunca vi alguém que consegue usar tão bem um jornal para fazer isso. Consegue puxar saco como ninguém. Não me espanta se virar assessor de imprensa da CBF.
Tempos atrás não gostava do Juca, mas não nego que virei fã do cara. Falou muita besteira e é um cara de opinião controversa, mas tem tudo que o Jaeci poderia ter: seriedade, credibilidade e postura ética. E ai, quem tá certo?


Mundanças

Mudanças, por melhores que sejam, sempre me deixam ressabiado. Parece frescuragem, já disse isso antes e repito. Almoçar em casa era um luxo e eu luto pra me acostumar com o fato de estar longe de casa pra fazer isso diariamente. Ficar sem essa quebra do dia é difícil.
Mais que isso, a maneira como as pessoas dizem como eu devo viver a minha vida me irrita. “Agora que você trabalha fora, deveria dar essa cachorra pra alguém”. É duro…


Novos ares

Depois de quatro anos trabalhando exclusivamente com web, vou finalmente trabalhar com algo totalmente voltado para minha formação. Agora sou responsável pela comunicação interna e institucional de uma empresa. O primeiro dia já foi fantástico, muito planejamento, alguns problemas para serem resolvidos e viagens marcadas. Tomara que seja sempre assim, todos os dias! :)


Bola de Cristal

Nem vou comentar a notícia de que Dunga virou técnico da seleção brasileira. Só quero saber onde o Sérgio Mallandro se escondeu. Isso é pegadinha, só pode.


Eu e o Forró

Acho que minha curta carreira de forrozeiro se encerrou. Explico: Embora até goste de dançar, nunca fiquei à vontade no ambiente. Fui algumas vezes, por pressão de amigos e por outros interesses. Devo admitir porém que é (era) extremamente divertido encostar em um canto e ficar observando a galera. O forró é um ambiente fantástico para análises e estudos antropológicos e sociológicos. Ambiente de erotização pesada, aquela luz baixa, esse lance de dançar junto. Pessoas, desde forasteiros (esse que vos escreve), passando por playboys que vão pegar mulher e galera que vai pra dançar (e depois, pegar mulher dançando). Uns dançam pra serem vistos, tem uns que chegam a não se importar com a mulher que o acompanha. O importante é que as outras mulheres (e caras, porque não?) percebam como ele é bom no “lustra fivela”. O que me atraia era esse lance de conversar e ver alguns amigos.
Talvez essa curta passagem tenha como motivo os traumas das primeiras idas. Acreditem, perder mulher pra um cara bombado que falava de signos é realmente complicado. Quem sabe, num futuro próximo eu reconsidere a minha decisão. ;-)


Miss

A falta do que fazer traz coisas incríveis. Ontem assisti ao Concurso de Miss Universo na Band. Meninas muito bonitas, mas tudo brega. Os apresentadores locais estavam animadíssimos, contavam com a presença do Carson, aquele cara do Queer Eye For The Straight Guy e de uma outra loira boazuda. Porém, o mais engraçado era o apresentador da Band, buscando algum ânimo num domingo à noite e acompanhado de uma moça de vestido vermelho, que fazia quase uma figuração no cenário, além da Miss Brasil 2005, falante e bem articulada, e de um sujeito que era o Especialista em Miss, que comentavam os aspectos técnicos e estéticos do desfile. Esse sujeito elogiou bastante as perguntas e respostas que as cinco últimas candidatas faziam entre si. Perguntas profundas como “Qual é a sua maior perda” ou “Qual seu maior sucesso”. Detalhe: nenhuma pediu a paz mundial. ;-)


Simoninha – Bebete Vãobora

A música é do Jorge Ben, eu sei. Mas a versão do Simoninha é foda.

Pois já não posso mais chegar atrasado
E nem pensar em faltar
E que o novo gerente não é lá
muito meu amigo
E depois como é que eu posso
comprar estando a perigo
Novas sandálias
Pra você sambar Bebete


Superman – O Retorno

Filmezinho meia-boca, na minha humilde e modesta opinião de espectador. Visualmente valeu cada centavo dos US$ 200 milhões investidos. Mas a história dá uma caída no final. De qualquer maneira, vale por Kevin Spacey no papel de Lex Luthor e pela bonitinha que faz a Lois Lane.


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