Não posso reclamar. 2005 foi, de longe, o melhor ano até agora. A começar pelo tão sonhado e suado diploma. Finalmente posso colocar “Jornalista” como profissão. Depois, dancei muito. E conheci pessoas realmente bacanas ali. É difícil criar afinidade tão rapidamente igual consegui com Laura, Bruno, Ju e cia. Musicalmente, trabalhei um bocado. Consegui montar uma banda legal e tive a oportunidade de tocar com o Rapha, onde também conheci pessoas legais e aprendi um bocado.
Por isso digo, se 2006 for pelo menos igual 2005, já vai ser muito bom.
Não imaginava que chegaria ao fim do ano tão feliz.
Até 2006!
O que eu adoro no futebol é a falsidade. Marcelinho Carioca (também, olha meu exemplo) chegou ao Brasiliense fazendo juras de amor, celebrando o contrato de dois anos. Como explicar então a rescisão de contrato feita ontem??
Iniciando a jornada de 12 dias sozinho em casa. Antes que comecem com o papo de “festa na casa do Cabeça”, devo dizer que ser dono de casa é uma tarefa árdua. Comprar comida, pagar contas (com dinheiro dos pais, manos mal), dar atenção e alimentar a cachorra, fechar as janelas, trancar as portas, deixar a chave pra faxineira. E eu achei que teria uma semana mole.
Não adianta, toda vez que me chamam de “Felipe” eu tenho a impressão de que fiz alguma coisa errada.
É só uma lembrancinha, mas é de coração.
Fui o responsável pela frase, pelo conceito e pela idéia grosseira de layout. Vfer se encarregou de deixar o cartão fodão.
Gabriel manda, como cortesia, uma ilustração para o natal. Não é o que eu mandaria para meus amigos, mas ficou muito bom.
El Pibe ficou encantado com as medidas do “boeing brasileiro”, principalmente com a parte traseira da aeronave. “Estou maravilhado. Nunca vi ninguém com uma bunda deste tamanho: 110 centímetros de quadris é bonito demais”, elogiou Maradona, segundo relato da própria modelo.
Ah, esse é o Maradona que a gente gosta de ver. A modelo em questão é a Fabiana Andrade.
Acho que vou virar um comentarista de colações de grau. Fui em outra ontem, dessa vez de uma turma de Jornalismo. Peguei somente as homenagens aos pais e o discurso final. Devo dizer que a homenagem aos pais foi uma das mais legais que ouvi. O cara fez uma brincadeira com Poema Enjoadinho, relacionando com seus colegas de sala. As homenagens de pais ausentes, no entanto, foram fracos. O curioso que a cor do canudo, amarelo, era diferente do meu, vermelho. E que a PUC é muito menos formal do que o UNI para esse tipo de evento.
Já estou cansado de escrever sobre poetas. Mas devo acrescentar que estão prejudicando a si mesmos vivendo como poetas em vez de outra coisa. Trabalhei como um trabalhador comum até os 50 anos. Vivia espremido entre as pessoas. Nunca pretendi ser um poeta. Não estou dizendo que trabalhar para viver seja uma grande coisa. Na maioria das vezes, é horrível. E muitas vezes você tem que lutar para manter um emprego horrível porque existem 25 caras atrás de você prontos para pegar o mesmo emprego. É claro que é sem sentido, é claro que te arrasa. Mas acho que estar nesta confusão me ensinou a deixar a frescura de lado quando escrevia. Acho que você tem que enfiar a cara na lama de vez em quando.
Cansado de desperdiçar chances e oportunidades concretas.
Pra 2006, arriscar mais. Ser mais corajoso.