Ela mora perto do aeroporto
Tem horas que eu quero ir embora
De avião a jato junto dela
Pra um lugar distante
Gostaria que vc entrasse no meu blog para ler meus textos e ver se eu posso fazer jornalismo porque eu faço ciência da computação.
Esse comentário apareceu outro dia num post antigo. Não me considero capaz de opinar assim em textos alheios e, nesse caso, dizer pra figura qual caminho seguir. Mas eu quero dizer outra coisa. Nunca concordei com a premissa de “sei escrever, por isso faço jornalismo” ou “não sei escrever porque faço Ciência da Computação”. Sou da opinião que o fato de escrever bem independe do curso ou carreira que a pessoa escolheu. Tudo bem, pelo menos em meu local de trabalho (e não sei se existe alguma relação ou coincidência), a área de TI não prima pelo bom uso do português. Obviamente, há excessões em ambos os lados, porém, de maneira geral, as pessoas das ciências humanas escrevem melhor. Não digo que todo mundo precisa ser um Machado de Assis, mas se você sabe colocar suas idéias com clareza no papel, utilizando a gramática de maneira correta, pronto, já é meio caminho andado.
Agora, o que significa “Leia meus textos e diga se posso fazer jornalismo”? O sujeito escreve até bem, tem algum errinho crasso escondido, mas o texto é bom. Eu sugeri que abrisse sua mente em relação ao jornalismo. Saber (e gostar de) escrever é condição principal para ir ao curso, mas é muito mais do que isso. Teorias da comunicação, semiótica, rádio, fotografia. A gente escreve sobre muita coisa chata, que não te dá prazer nenhum, e de quebra aprendemos também a produzir textos “no automático”. Ou seja, nada romântico, nada prazeroso. E aí entra a questão de afinidade. Eu me divertia fazendo a parte chata. Pode ser isso que o sujeito ainda não tenha descoberto…
Com algum atraso, comento o show do Los Hermanos, de sábado passado. Sou fã declarado do primeiro disco e gosto muito do “Bloco do Eu Sozinho” e “Ventura”, apesar da vertente melancólica. Salvo uma meia dúzia de três ou quatro músicas, não gostei do “4″, triste e instrospectivo demais pra mim. Contudo, as músicas ao vivo soaram muito melhor do que no disco. Mesmo com as conhecidas limitações de som do Marista/Chevrolet Hall, a banda conseguiu empolgar o público. Definitivamente, Los Hermanos agora é mainstream.Mesmo com várias ressalvas em relação ao quarto disco, confesso que fiquei impressionado com o show.
O ponto ruim, como quase todo show naquele local é a temperatura, que sempre parece ser uma amostra de como é o deserto do Saara. Além disso, esse disco deve ser escutado (e o show deve ser assistido) quando você está bem. Qualquer desequilíbrio emocional atrapalha no show. Eu que o diga. Se não fosse o bis, esse seria o show mais triste do ano.
Jamais subestime o valor do bis, Renata.
Nada como acertar o joelho na quina de uma mesa de ferro, em uma sexta-feira nublada, de extremo calor e com trânsito ruim…
Como diz o Calvin: “Tem dias que nem minha cueca da sorte dá conta do recado”.
A confirmação de Lori Sandri no comando do Galo pode ser entendida como a aceitação da inevitável queda. Um técnico meia boca para um time meia boca. Na atual situação, nenhum técnico vai conseguir salvar o “Glorioso” do descenso. O que deve ter de atleticano acendendo vela pra São Judas hoje…
… mas que não deixam de ser relevantes.
Jessica Simpson tem os “melhores seios”, diz pesquisa. Deus preserva!
A vida é curta demais
Por isso prefiro as pessoas de alma leve
Com o pensamento voltado para o bem
E pro amor
Um: – Hoje posso dizer que tenho dois amigões do peito.
Outro: – E eu queria ser amigo de dois peitões.
Layout novo, fase nova, tudo (quase) novo. Mais tarde detalho mais tudo isso aqui. Tive vontade de voltar pra um layout mais “retro”, como aquele que deu as caras por aqui em 2003. Contudo, queria algo mais claro, menos sombrio e que passasse a sensação de “liberdade”. Notei que muito dos meus layouts eram “presos” demais, com muita borda lateral. Agora o texto corre livre, de acordo com sua resolução de tela. Tenho que agradecer ao grande Vfer, pelas sugestões e críticas. Como tudo que faço, nada disso é definitivo. Vou dando uma “garibada” (viu, André?) até chegar próximo do ideal. Espero que gostem.