A verdade é que poucas vezes fiquei tão feliz com formaturas alheias. Sábado eu aproveitei o baile de formatura de meus amigos recém-publicitários em ótima companhia, realmente feliz de ver uma moçada que no começo de tudo, mesmo em cursos diferentes, eu considerava como “minha” moçada. Como bem disse o Vinícius, “aproveite o baile como fosse o seu”. Assim o fiz (mesmo porque não terei baile mesmo). Ouvi dizer que houveram declarações de amor entre formandos e quedas ocasionadas pela bebida. Verifiquei a presença de uma atriz global que protagoniza uma índia na novela, além de meia dúzia de outros fatos engraçados. Agora, é desejar sucesso na carreira de publicitário, que, segundo eles, está manchada pelas denúncias feitas por “nós”, jornalistas.
Em que parte do planeta Terra está escrito que uma luz estroboscópica no engate de um carro e sincronizada com o freio é bonito e aumenta a proteção do condutor??
Uma vez eu escrevi aqui que “não é problema meu, se você me afirma as coisas pra você acreditar nelas”. Hoje eu utilizei uma dessas “inverdades” para justificar uma perda passada. Obviamente fui rechaçado na hora. O curioso é que quando é com você, parece muito mais sensato e coerente do que quando se escuta de outras pessoas. Bobagem. E eu ando ouvindo demais essas inverdades, mas (ainda) não tenho coragem para retrucar. Talvez porque o meu ponto de vista seja diferente, né?
Talvez ache esse post sem sentido amanhã pela manhã. Dormi muito pouco e tô sem capacidade de concatenar idéias…
She said a hundred times
She said a thousand times
And I hold on to you
She said
Ultimamente eu ando confirmando a máxima que o fone de ouvido é a melhor maneira de se isolar do mundo. Principalmente quando o que está ao seu redor anda extremamente tumultuado. Aliás, fazendo uma daquelas analogias que palestrante de auto-ajuda gosta de dizer, eu não entendo quando as pessoas que estão no mesmo barco insistem em remar para direções opostas. E o timoneiro do barco aparece só de vez em quando também. Enfim, prefiro ficar quietinho, remando concentrado e esperando um outro barco, melhor e mais organizado.
Gaitistas de fole quebram recorde na Escócia
Essa é daquelas notícias que não vão mudar sua vida. Aliás, se mudar, muda pra pior. Isso porque a gaita de fole deve ser o instrumento mais insuportável do planeta.
Já disse antes, racismo é nojento. O que dizer então das pessoas que apontam para video-cassetes, pneus, telefones quando fazem referência aos negros. Alguém gostaria de ter uma parede ou um pedaço de papel como referência para cor? Parece que falar “negro” é difícil para algumas pessoas.
É igual gente que coloca “Caucasiano (branco)” como etnia/raça no orkut. Até onde eu sei, nenhum brasileiro comum é caucasiano. A não ser que você seja filho de pais nórdicos e por um acidente de percurso nasceu aqui. Tirando isso, você é multi-etnico, latino ou qualquer outra coisa…
Ontem tive a oportunidade de escutar “A Voz do Brasil” no caminho de volta do trabalho. Faz um bom tempo desde que ouvi o programa pela última vez e confesso, dessa vez, parece que o programa foi mais agradável de acompanhar. Dois fatos me chamaram a atenção. O primeiro, as inúmeras variações para “O Guarani”, peça de Villa-Lobos que serve de tema de abertura. Ouvi uma versão Rock’n'Roll e uma “indígena”. Tudo para aproximar o programa da população, imagino. O outro fato foi o locutor anunciar que a notícia principal da noite era a chegada de eletricidade no assentamento Amaralina. No meio da turbulência política, o programa estatal (obviamente) resolve pegar leve nas notícias. Mesmo com todos essas “novidades”, a obrigatoriedade da transmissão ainda pesa contra a “Voz do Brasil”. Que pena.
Nó, peguei uma mulher gostosa demais. Ela passou a mão em mim todo. Passou a mão até na minha carteira.
Felipe, produtor aqui da agência, falando das impressões de um amigo após o CarnaBrahma, evento de cunho duvidoso e qualidade questionável.
Eu acho que esse ano não dá mais pro Galo. O time precisa de 12 vitórias em 22 jogos para escapar da segunda divisão. Se o clima já estava ruim, a derrota pro Vasco e a quase pancadaria no aeroporto de Confins, contribuiram com o estado de quase desespero. O personagem dos fatos foi o volante Walker. Primeiro, resolveu encarnar o Sub-Zero, famoso personagem de Mortal Kombat, e acertou uma voadora na cabeça do torcedor da Galoucura que invadiu o campo em São Januário. Uma meia-dúzia de torcedores tomaram as dores do companheiro e resolveram agredir o volante no aeroporto. Se não fosse a ação da PM e de seguranças, a coisa ficaria feia.
Honestamente, não tô nem aí. O Galo tá pagando pelos anos de má-administração e ilusão. Só quero que o Walker pegue três anos de suspensão. Meu único medo é a guerra civil que tomará conta da cidade caso o rebaixamento se torne realidade.