Desde 2002 falando bobagem (e coisa séria também)

Baile dos publicitários

A verdade é que poucas vezes fiquei tão feliz com formaturas alheias. Sábado eu aproveitei o baile de formatura de meus amigos recém-publicitários em ótima companhia, realmente feliz de ver uma moçada que no começo de tudo, mesmo em cursos diferentes, eu considerava como “minha” moçada. Como bem disse o Vinícius, “aproveite o baile como fosse o seu”. Assim o fiz (mesmo porque não terei baile mesmo). Ouvi dizer que houveram declarações de amor entre formandos e quedas ocasionadas pela bebida. Verifiquei a presença de uma atriz global que protagoniza uma índia na novela, além de meia dúzia de outros fatos engraçados. Agora, é desejar sucesso na carreira de publicitário, que, segundo eles, está manchada pelas denúncias feitas por “nós”, jornalistas. ;-)


Luz de freio

Em que parte do planeta Terra está escrito que uma luz estroboscópica no engate de um carro e sincronizada com o freio é bonito e aumenta a proteção do condutor??


Inverdades

Uma vez eu escrevi aqui que “não é problema meu, se você me afirma as coisas pra você acreditar nelas”. Hoje eu utilizei uma dessas “inverdades” para justificar uma perda passada. Obviamente fui rechaçado na hora. O curioso é que quando é com você, parece muito mais sensato e coerente do que quando se escuta de outras pessoas. Bobagem. E eu ando ouvindo demais essas inverdades, mas (ainda) não tenho coragem para retrucar. Talvez porque o meu ponto de vista seja diferente, né?

Talvez ache esse post sem sentido amanhã pela manhã. Dormi muito pouco e tô sem capacidade de concatenar idéias…


Dave Matthews Band – American Baby (Intro)

She said a hundred times
She said a thousand times
And I hold on to you
She said


Barcos e discussões

Ultimamente eu ando confirmando a máxima que o fone de ouvido é a melhor maneira de se isolar do mundo. Principalmente quando o que está ao seu redor anda extremamente tumultuado. Aliás, fazendo uma daquelas analogias que palestrante de auto-ajuda gosta de dizer, eu não entendo quando as pessoas que estão no mesmo barco insistem em remar para direções opostas. E o timoneiro do barco aparece só de vez em quando também. Enfim, prefiro ficar quietinho, remando concentrado e esperando um outro barco, melhor e mais organizado. ;-)


Bom não foi

Gaitistas de fole quebram recorde na Escócia

Essa é daquelas notícias que não vão mudar sua vida. Aliás, se mudar, muda pra pior. Isso porque a gaita de fole deve ser o instrumento mais insuportável do planeta.


Das coisas que eu odeio

Já disse antes, racismo é nojento. O que dizer então das pessoas que apontam para video-cassetes, pneus, telefones quando fazem referência aos negros. Alguém gostaria de ter uma parede ou um pedaço de papel como referência para cor? Parece que falar “negro” é difícil para algumas pessoas.
É igual gente que coloca “Caucasiano (branco)” como etnia/raça no orkut. Até onde eu sei, nenhum brasileiro comum é caucasiano. A não ser que você seja filho de pais nórdicos e por um acidente de percurso nasceu aqui. Tirando isso, você é multi-etnico, latino ou qualquer outra coisa…


Em Brasília, 19:00

Ontem tive a oportunidade de escutar “A Voz do Brasil” no caminho de volta do trabalho. Faz um bom tempo desde que ouvi o programa pela última vez e confesso, dessa vez, parece que o programa foi mais agradável de acompanhar. Dois fatos me chamaram a atenção. O primeiro, as inúmeras variações para “O Guarani”, peça de Villa-Lobos que serve de tema de abertura. Ouvi uma versão Rock’n'Roll e uma “indígena”. Tudo para aproximar o programa da população, imagino. O outro fato foi o locutor anunciar que a notícia principal da noite era a chegada de eletricidade no assentamento Amaralina. No meio da turbulência política, o programa estatal (obviamente) resolve pegar leve nas notícias. Mesmo com todos essas “novidades”, a obrigatoriedade da transmissão ainda pesa contra a “Voz do Brasil”. Que pena.


Pistoleiras

Nó, peguei uma mulher gostosa demais. Ela passou a mão em mim todo. Passou a mão até na minha carteira.

Felipe, produtor aqui da agência, falando das impressões de um amigo após o CarnaBrahma, evento de cunho duvidoso e qualidade questionável.


Agora vai!

Fernando Maia - Agência O Globo Eu acho que esse ano não dá mais pro Galo. O time precisa de 12 vitórias em 22 jogos para escapar da segunda divisão. Se o clima já estava ruim, a derrota pro Vasco e a quase pancadaria no aeroporto de Confins, contribuiram com o estado de quase desespero. O personagem dos fatos foi o volante Walker. Primeiro, resolveu encarnar o Sub-Zero, famoso personagem de Mortal Kombat, e acertou uma voadora na cabeça do torcedor da Galoucura que invadiu o campo em São Januário. Uma meia-dúzia de torcedores tomaram as dores do companheiro e resolveram agredir o volante no aeroporto. Se não fosse a ação da PM e de seguranças, a coisa ficaria feia.
Honestamente, não tô nem aí. O Galo tá pagando pelos anos de má-administração e ilusão. Só quero que o Walker pegue três anos de suspensão. Meu único medo é a guerra civil que tomará conta da cidade caso o rebaixamento se torne realidade.


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