“Oi gente! Hoje a música do dia é minha (coloca meu link aqui, Cabeça!). Escolhi o meu queridinho John Mayer. Pra começar, porque além de ser o meu preferido, todo mundo que escuta, lembra do Dave Matthews, que é o queridinho do Felipe. Segundo, porque o cara é bom mesmo (e já ganhou até um Grammy pra provar). O site dele fala por si, não preciso gastar meu português aqui. A minha preferida dele é Your Body Is A Wonderland, mas a escolhida de hoje é Bigger Than My Body:”
Yes I’m grounded
Got my wings clipped
I’m surrounded by all this pavement
Guess I’ll circle
While I’m waiting for my fuse to dry
Waiting for my fuse to dry…
De um tempo pra cá, na Av. Bandeirantes, alguns vendedores começaram a parar seus carros e comercializar tênis Nike e Adidas a preços \”populares\”. Mais interessante, apenas os modelos top de linha, como os Nike Shox e os Adidas Clima Cool. Enfim, outro dia meu tio perguntou para o \”comerciante\” como era vender produtos falsificados. \”Falsificado?? Que isso! Meu produto é contrabandeado\”, foi a resposta do sujeito, com a mente limpa e como se contrabando fosse algo mais leve que a falsificação. Não que falsificar seja uma coisa legal, mas se pensarmos bem, o contrabando deve ser pior. Significa que algum caminhoneiro morreu ao ter sua mercadoria roubada, e o produto entrou no país sem pagar impostos. Ou, pra variar, a moçada da Ponte da Amizade fez vista grossa para as toneladas de pisantes que atravessaram a fronteira.
Duro mesmo é saber que muita, mas muita gente não tá nem aí. Já ouvi que \”produto falsificado/contrabandeado/malocado é bom porque prejudica as grandes corporações\” ou \”dane-se a origem do tênis, o importante é estar na moda\”. Então tá, né?
Seguindo a idéia da moçada escolher a música do dia, hoje a indicação é da Nanda. Pra quem, assim como eu, não conhece a cantora, o All Music Guide comenta que ela poderá tomar o lugar de Britney e Christina, cantando um rock alternativo adulto. Não sendo outra Avril Lavigne, tá valendo.
\”Oh, I must be fine cause my heart\’s still beating
Come and kiss me by the riverside,
Sarah says it\’s cool, she don\’t consider it cheating\”
Falando na maldita doença, vai chegar o dia em que vou marcar estúdio sem estar gripado. Hoje, pra gravar um programete de cinco minutos, foi uma batalha. 300 segundos de fungadas e voz anasalada é o fim da picada. A sorte é que a edição sempre encobre esses pequenos erros.
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Ainda fiquei sabendo que explodiram uma bomba caseira no banheiro do terceiro andar. Dizem que a bomba foi tão fraca, que nem a privada foi pelos ares. Poxa, além de comprovar que realmente existe nego atôa no mundo, isso mostra que o Unabomber local nunca ouviu falar do C4 ou do TNT.
Churrasco, Sinuca, Gripe e Mineirão (sem tropeiro). Enfrentei todos os eventos do fim de semana acompanhado de dois Bufferin. Só assim pra gripe não me deixar mais chumbado. Isso que dá dividir estúdio com um grupo onde seis das nove pessoas estavam resfriadas.
Descobri que um dos meus hobbys é concordar com o papo de taxistas, dando mais assunto a eles. Hoje por exemplo, o taxista desceu a lenha na prefeitura, na educação pública (quase uma ofensa pessoal) e deu uma aula de microeconomia que nem minha querida professora faria igual. Na verdade, 70% das coisas que ele falou não passam de \”sabedoria popular\” e reclamações bobas, mas pelo menos serviu para deixar a viagem mais divertida.
Não duvido que Belo Horizonte seja o lugar onde moram os piores motoristas. Além de dirigir porcamente, não raro são mal-educados. Para sobreviver a isso tudo, de vez em quando é necessário adotar o melhor estilo Mad Max.
E todo semestre é a mesma coisa. As vendedoras do Credicard/Yahoo invadem a faculdade, perguntando 42 vezes no mesmo dia, se você deseja fazer um cartão de crédito. O pior que elas não aceitam um \”não\” como resposta. Saco.
O melhor da tarde foi, sem sombra de dúvidas, jogar buraco na agência, enquanto esperávamos a luz voltar. Tudo bem que eu e minha dupla estávamos tomando uma surra histórica, mas isso ninguém precisa saber…